Cuidados com criança na piscina e em águas naturais

Dia lindo de sol combina com churrasco e piscina. Um feriado prolongado pede viagens a praia ou para cachoeiras. Todo mundo sabe, mas vale sempre lembrar e reforçar criança na água atenção redobrada. No Brasil, a 2a maior causa de morte por acidentes entre 0 a 14 anos é o afogamento de acordo com pesquisa […]
Menino de boia na piscina
Foto: Pixabay

Dia lindo de sol combina com churrasco e piscina. Um feriado prolongado pede viagens a praia ou para cachoeiras. Todo mundo sabe, mas vale sempre lembrar e reforçar criança na água atenção redobrada. No Brasil, a 2a maior causa de morte por acidentes entre 0 a 14 anos é o afogamento de acordo com pesquisa divulgada pelo ONG Criança Segura. Os acidentes com a água só perdem para os de trânsito.

Sempre que vejo uma criança na piscina sem boia pergunto na cara dura: ela já sabe nadar? Cadê a boia? E alerto no fim: Olha o perigo! Fique de olho nela então! Fico pensando na dor de uma mãe ao perder seu filho por um descuido. Acidentes acontecem, mas precisamos tentar diminuir os riscos deles acontecerem.

Também não basta achar que só a boia resolve. Para mim, o que salva vidas é o olhar atento de um adulto. Meu marido, ainda quando namorávamos, perdeu três celulares em churrascos ao pular na piscina para salvar criança se afogando. Como diria minha irmã: é em festa quando todo mundo acha que tem alguém olhando a criança que acontecem os acidentes.

Para termos sempre um final feliz, listei alguns cuidados com nossos pequenos em piscinas e águas naturais como rio, lago e cachoeiras.

  • Sempre ter alguém vigiando. O melhor é ter um adulto na águas, mas na falta, olhos vivos nas crianças. E se o adulto tiver de sair de perto, passa a função para outro. Nunca apenas ache que tem alguém olhando as crianças. Certifique-se que tem alguém ali!
  • Uso de boia ou colete salva-vidas. Uso obrigatório para quem não sabe ou está aprendendo a nadar.
  • Falsa ideia do ficar só no rasinho. Mesmo que a criança for ficar só na borda e diz que não irá entrar na água tem que usar boia e ser vigiada. Com meus filhos e sobrinhos sou firme: ou usa a boia ou não entra.
  • Brincadeira na borda da piscina. Vale a pena uma conversa cuidadosa para que as crianças entendam quais são as regras ao usar a piscina. O mesmo cuidado vale para as brincadeiras dentro da água como abraçar, afundar o colega e outras atitudes que não podem ser aceitas.
  • Atenção as zonas de drenagem. Em piscina deve-se evitar aproximar dos pontos de drenagem e de saída de águas. Nesses pontos as crianças podem ser puxadas pela sucção ou se lesionar com os mecanismos de limpeza.
  • Atenção com os bebês. Parece não ser perigoso deixar a criança pequena brincando em piscina inflável rasinha ou com balde de água, mas muitos dos afogamentos podem acontecer durante alguns segundo que os pais se distraem com o telefone, por exemplo.
  • Socorro rápido. É fundamental para o salvamento da criança que se afoga, pois a morte por asfixia pode ocorrer em apenas cinco minutos. Tenha em mente os números de emergência como o SAMU: 192 e Corpo de Bombeiros: 193.
  • Saber nadar. Se você frequenta lugares com piscinas e gosta de águas naturais seus filhos precisam aprender a nadar. Isto não significa deixar a vigilância de um adulto quando eles estiverem na água, mas possibilita maior autonomia da criança e elas perdem possíveis medos.

Eu sei que o assunto não é dos mais animadores, porém é importante lembrar!!

Gostou da ideia? Compartilhe com seus amigos.

Deixe seu comentário, diga o que achou e contribua com suas impressões.

comentários

Malu Naves
Malu Naves é jornalista de profissão, mãe por instinto e ajudar ao próximo sempre foi um lema de vida. Tem dois filhos e sua grande paixão é passear, viajar, conhecer novos lugares e pessoas mesmo se for sem sair de Brasília. Depois da maternidade, descobriu que estar por aí pode ser ainda melhor com seus fiéis companheiros, seus filhos Henrique e Bianca e o marido Wellington Maciel.

Deixe uma resposta