Brincadeiras de Pais & Filhos: dicas de quem brinca

Filha e mãe brincam de bater as mãos.
Beatriz e Mariana Reino indicam a brincadeira com as mãos.

Nessa semana estreamos mais uma coluna: Brincadeiras de Pais & Filhos. Serão indicações de atividades feitas por famílias que incentivam o brincar e a interação entre pais e filhos. Hoje as dicas são: brincadeira com as mãos dica da mãe Mariana e Beatriz Reino (5 anos) e “Quem Sou Eu?” dica do pai Marcelo e Victor Alves (8 anos).

[themecolor]Brincadeira com as mãos[/themecolor]

Quando eu era criança, não tínhamos tantas opções de brinquedos como hoje, então tínhamos que usar a criatividade para passarmos o tempo com as amigas, e as brincadeiras com as mãos eram frequentes na minha infância.

Na medida em que minha filha Beatriz foi crescendo eu inicialmente me preocupei em trabalhar a coordenação e atenção dela, visto que a regra da brincadeira é fazer uma coreografia da música, batendo com as mãos em sincronia com a amiga, mas depois eu fui percebendo que a melhor parte era realmente a diversão e os sorrisos que eu ganhava da Bia a cada música.

Hoje quase todos os dias brincamos. É muito bom ter um “momento de meninas” só eu e minha filha!!!

As músicas que ela mais gosta são as tradicionais, ‘Adoleta” e “Popeye”.

“Adoleta, le petit, petit, petá, le café com chocolat, adoleta”

“Popeye, popeye. Popeye foi à feira e não sabia o que comprar, comprou uma cadeira para a Olívia se sentar, a Olívia se sentou, a cadeira escorregou, coitadinha da Olívia foi parar no corredor.”

Mariana Reino

Pai e filho brincam de adivinhação
Marcelo e Victor Alves indicam a brincadeira Quem sou eu?

[themecolor]“Quem Sou Eu?”[/themecolor]

A brincadeira que o Victor e eu recomendamos é uma adaptação simplificada do tradicional jogo de “adivinha”, que o Victor desde cedo chamou de “Quem Sou Eu?”. A criatividade é o que manda na brincadeira, um participante assume um papel, qualquer um, desde uma célula até um planeta, passando por vultos históricos, personagens fictícios, animais, números e etc. Então, depois de repetir “Quem sou eu?” começa a dar dicas sobre o papel assumido, primeiramente genéricas e depois mais específicas a medida que os outros jogadores vão solicitando, até que alguém acerte o que foi descrito. Quem acertou é o próximo a descrever. Simples e muito divertido!

Gostamos dessa brincadeira porque não precisamos de muita preparação ou recursos. Pode acontecer a qualquer momento que desejarmos, podendo participar um grande grupo ou apenas duas pessoas. Transformamos o enfadonho tempo de espera em filas, restaurantes e consultórios em momentos de interação, trocamos o tradicional “está chegando?” nos trajetos de carro pelo “Quem sou eu?”.

Do ponto de vista do aprendizado lúdico, a brincadeira é um estímulo à organização de ideias e ao aprimoramento da exposição oral, no idioma que preferirem! Afinal, só ganha ponto quem descrever suficientemente bem para que os outros acertem! Para os pais é uma excelente oportunidade para reforçar os conteúdos apresentados na escola. Fica a dica!

Marcelo Alves

Gostou da ideia? Quer participar? Mande para comfilhosporai@gmail.com sua dica e conte para a gente por que vocês gostam da brincadeira.

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